HISTÓRIA DO BRASIL
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17.02 ATO ADICIONAL DE 1834

17.02 ATO ADICIONAL DE 1834

A Regência Trina Permanente aprovou uma Reforma Política conhecida como Ato Adicional, que previa o fim do poder moderador, maior poder para as federações, como por exemplo a criação de Assembleias Legislativas nas províncias. O Conselho de Estado, centro de ação dos restauradores, foi abolido. A Regência Trina seria substituída pela Regência Una, cujo representante seria eleito pela população – ou por quem pudesse votar da população (voto era censitário). Era um momento que aproximava o Brasil da experiência política republicana, afastando do centro do poder aqueles que desejavam o retorno da monarquia. José Bonifácio foi um dos alvos do Ato Adicional. Com a diminuição dos poderes do Imperador, seu papel seria reduzido a nada dentro do governo. Figura forte, Bonifácio tinha capital político capaz de suportar a pressão do Ato de 1834.

A partir do Ato Adicional de 1834, formara-se basicamente dois grupos políticos dentro do Congresso. Os regressistas, que desaprovaram o Ato Adicional e os Progressistas, que aprovaram o Ato Adicional. Diogo Antonio Feijó foi eleito o primeiro regente uno em 1835. Com sua volta, a tendência seria uma nova carga de ataques aos irmãos Andrada, especialmente José Bonifácio. Porém mais uma vez Feijó seria traído e sairia da cena política definitivamente. De 1837 a 1840, governou Araújo Lima, líder regressista. Estava sendo articulada então o Golpe da Maioridade.